
A Rock World, detentora das marcas Rock in Rio e The Town, acertaram nesta edição do festival na cidade de São Paulo, onde grandes músicos proporcionaram espetáculos nesta segunda edição. Confiram abaixo algumas estrelas desta primeira semana do festival.
O 1º final de semana foi do Trap (Vertente do Rap) ao punk-rock, estrelas como o rapper norte-americano Travis Scott, ídolo da chamada geração Z (Nascidos a partir de 1995), que lotaram o autódromo de Interlagos para a noite de muito Trap, Funk e Rap, no sábado.
Domingo dia de muito punk rock
Bad Religion do clássico ‘American Jesus’ até a melódica ´Sorrow` fez um show espetacular que levantou o público anarquista e fãs do punk-rock. Comemorando 45 anos de carreira com várias visitas ao Brasil. A banda criada em uma garagem em San Fernando Valley, ao Sul de Los Angeles, sempre se manteve fiel aos seus princípios. A ideia era fazer barulho e defender, por meio de letras e entrevistas, a necessidade de ter um olhar crítico ao falar de política ou de qualquer outro assunto que der na telha.
A disposição em proporcionar um grande show, Greg Graffin segue direcionado para essa missão. Aos 61 anos, fisicamente o vocalista parece um professor universitário. E, de fato, ele é. Doutor em zoologia, lecionou Ciência na Universidade da Califórnia (UCLA). No The Town, a aula foi de punk rock.
Green Day
Não era um dia azul ou verde! Mas em domingo frio e com pouca chuva, o Green Day levantou o público que esperou até o último show da noite. Com quase duas horas de apresentação, repleto de hits nostálgicos e momentos de carisma contagiante. O show começou pontualmente, às 23h15. A apresentação iniciou de jeito majestoso, com hits de rock de arena como: “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock”, ambas do Queen, e “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones.
Bruce Dickinson
O líder do Iron Maiden, Bruce Dickinson é de casa. Comprovando no The Town que ainda está com a voz e o fôlego em dia, cantando a plenos pulmões enquanto corria por toda a extensão do palco. No The Town, ele não teve dificuldade em reunir os fãs mesmo sempre estando por aqui. O inglês de 67 anos é um fenômeno mundial. Ele abriu com “Accident of Birth”, um de seus “clássicos” solo, ancorado em poderosos riffs de duas guitarras e uma bateria inquieta. O solo de uma keytar também não fez mal. “Hoje é especial, porque fazem 40 anos da primeira vez que toquei aqui”, contou o inglês que virou curitibano de coração. Mais tarde, ele relembrou que se machucou na primeira vinda, e puxou um coro de “Olê, olê, olê, Bruce”.
Bruce sendo `Bruce Dickinson´ Piloto de avião, locutor e apresentador da BBC Radio, capitão honorário da forca aérea inglesa RAF e líder do Iron Made.
NOTA: Texto redigido em português do Brasil





















