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Bandejas Vista Alegre combinam porcelana e couro italiano no conjunto Makura

As bandejas Vista Alegre Makura combinam porcelana e couro trabalhado pela Giobagnara em duas peças desenhadas por Damian O’Sullivan

Modelo Makura da coleção de bandejas Vista Alegre, em porcelana azul com aplicação central em couro
Bandeja Makura em porcelana e couro, na versão azul - ®DR

Chaves pousadas à pressa, óculos deixados sobre a cómoda e pequenos objetos que mudam de lugar ao longo do dia ganham um espaço próprio nas novas bandejas Vista Alegre. O conjunto chama-se Makura e reúne duas peças desenhadas por Damian O’Sullivan.

Apresentado em setembro de 2026, o conjunto reúne duas peças de formas geométricas e dimensões diferentes. O couro ocupa o centro de cada bandeja, rodeado pela porcelana. A diferença entre os materiais é visível e também se faz sentir ao toque: uma superfície lisa encontra outra de textura mais quente, numa composição de tons suaves.

Bandejas Vista Alegre dão lugar aos objetos do quotidiano

Pensadas como pouso para os objetos que se querem manter por perto, as bandejas Vista Alegre Makura podem encontrar lugar numa mesa, num aparador ou sobre uma cómoda. O seu desenho concilia essa função com uma presença discreta na decoração, mesmo nos momentos em que nada repousa sobre elas.

O nome escolhido ajuda a perceber a intenção do projeto. Makura significa «almofada» em japonês e remete para a pele colocada no centro das peças. A associação sugere suavidade e conforto, embora as bandejas tenham linhas geométricas. A relação entre essas formas e a textura do couro dá identidade ao conjunto.

As dimensões distintas permitem acomodar objetos de diferentes tamanhos e criar uma composição com as duas peças. Nestas bandejas Vista Alegre, a atenção concentra-se no contorno e na forma como os materiais se encontram, sem recorrer a uma decoração elaborada.

Bandejas Vista Alegre com desenho de Damian O’Sullivan

Damian O’Sullivan, autor das peças Makura, já tinha colaborado com a Vista Alegre noutros projetos. Nascido em Inglaterra, em 1969, e filho de pais franco-irlandeses, estudou Design no Royal College of Art, em Londres. Depois do mestrado, iniciou a carreira na Hermès, antes de desenvolver trabalhos para marcas de diferentes áreas.

Entre os nomes com quem colaborou estão Delvaux, Louis Vuitton, Rosenthal e Vista Alegre. Ao longo do percurso, adquiriu conhecimento sobre materiais e processos de fabrico artesanais e industriais. Nestas bandejas Vista Alegre, esse interesse percebe-se na escolha de dar à porcelana e ao couro papéis distintos, mantendo ambos essenciais ao desenho.

O designer recebeu distinções como o BraunPrize, o Dutch Design Prize e o Red Dot Award. O seu trabalho foi também apresentado em museus como o MoMA e o V&A. Esse percurso ajuda a situá-lo, mas as peças Makura revelam a sua abordagem de forma direta: o uso e a construção compreendem-se à primeira vista, enquanto os pormenores se descobrem de perto.

Couro italiano nas bandejas Vista Alegre Makura

Responsável pelo trabalho em couro das peças, a Giobagnara foi fundada por Giorgio Bagnara em 1999, em Génova. O material tornou-se distintivo da marca italiana, que desenvolve acessórios de mesa, objetos de decoração, mobiliário e iluminação. A sua atividade inclui ainda projetos para hotelaria e peças feitas por medida.

A personalização tem um papel importante no trabalho da Giobagnara, presente em projetos residenciais, hotéis e restaurantes. A marca colabora também com designers internacionais, conjugando técnicas artesanais com propostas contemporâneas para espaços e utilizações diferentes.

A variedade de cores, texturas e acabamentos faz parte da sua linguagem. Nestas bandejas Vista Alegre, o couro surge no centro de cada peça, em diálogo com a porcelana. O contraste percebe-se à distância, mas ganha outra dimensão quando se observam as superfícies de perto.

As duas bandejas Vista Alegre foram pensadas para acompanhar a rotina da casa. Ao receberem os objetos de cada dia, cumprem uma função simples; quando ficam vazias, deixam ver com clareza o desenho de Damian O’Sullivan e o encontro entre a porcelana e o couro da Giobagnara.

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