Dez projetos de criação artística apoiados pela Fundação Eugénio de Almeida

A Fundação Eugénio de Almeida concluiu o processo de atribuição de apoios à comunidade artística, no âmbito do Fundo Financeiro Extraordinário, criado para contribuir para a mitigação dos impactos negativos gerados pela pandemia Covid 19.

Fundação Eugénio de Almeida criação artística
Dez projetos de criação artística apoiados pela Fundação Eugénio de Almeida - ®DR

Através desta medida, a Fundação Eugénio de Almeida apoia 10 projetos de criação artística, submetidos a título individual ou coletivo, com destaque para as áreas da música, teatro, performance, instalação, vídeo e projetos de natureza multidisciplinar.

Os projetos de criação artística apoiados (que envolvem 28 artistas e representam um valor global de apoios na ordem dos 47.000€) serão apresentados ao público nos espaços da Fundação Eugénio de Almeida ao longo do próximo ano, e são os seguintes: Humor Vítreo; Retroanimapro_codex_atlanticu; Contar do azeite, do vinho e do pão; Viola Campaniça: modas tradicionais, loops e pedais de distorção; Vem devagarinho para a minha beira; Xinês; Poesia de bolso; Da rua para o palco; O vendedor de cacetadas e Trilogia da casa.

O Fundo Financeiro Extraordinário, que será aplicado ao longo do próximo ano, é constituído por capitais próprios da Fundação Eugénio de Almeida, apresentando uma componente assistencial de ajudas diretas e uma componente operacional, através de vários projetos em complementaridade com outras entidades públicas e privadas.

 

Sobre

Fundação Eugénio de Almeida MHIH é uma fundação portuguesa criada em 1963 por Vasco Maria Eugénio de Almeida em Évora.

A 5 de Dezembro de 2013 foi feita Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.

Actualmente o presidente do conselho de administração é o cónego Eduardo Pereira da Silva, e a secretária-geral é Maria do Céu Ramos, antiga secretária de Estado da Juventude, num governo liderado por Cavaco Silva.

A sede da fundação está instalado no Jardim das Casas Pintadas em Évora que é apontado como exemplar único em Portugal de pintura mural palaciana da segunda metade do século XVI. O espaço está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1950. Nas paredes estão retratadas várias figuras imaginárias, como dragões, centauros e sereias, que convivem com aves domésticas e bravias, como leopardos, raposas, veados e galos, recriando um mundo pleno de simbolismo.

aNOTÍCIA.pt