
Genebra, Mondorf-les-Bains, no Luxemburgo, e Paris são os novos destinos de António Zambujo ao vivo com “Oração ao Tempo”, a digressão que acompanha o seu décimo primeiro álbum de estúdio. As três atuações alargam um itinerário internacional que já incluía Vigo e Londres, enquanto os concertos em Portugal continuam até ao próximo ano.
Para quem quer acompanhar António Zambujo ao vivo, esta fase reúne diferentes formatos: a apresentação do novo repertório, o regresso aos Coliseus com Miguel Araújo e encontros em que a música se cruza com o improviso. São projetos distintos, ligados por um percurso em que as colaborações continuam a ter lugar.
António Zambujo ao vivo com um disco sobre o tempo e a memória
Editado a 19 de março de 2026, “Oração ao Tempo” começou a ser pensado durante a pandemia. O processo criativo desenvolveu-se em torno da passagem do tempo e da forma como esta altera a vida, os afetos e a memória, dando origem a um alinhamento de quinze temas.
A canção que dá nome ao álbum foi composta por Caetano Veloso e surge aqui num dueto com o próprio autor. A participação do músico brasileiro estabelece uma ligação direta à origem do tema escolhido para identificar este trabalho.
Entre os autores e compositores reunidos encontram-se Maria do Rosário Pedreira, João Monge e Pedro da Silva Martins, nomes com presença no percurso de Zambujo. A estes juntam-se Carolina Deslandes, Mimi Froes e Rita Dias, num disco que combina relações de trabalho já estabelecidas com novas colaborações.
Os arranjos e a produção são de André Santos. A gravação foi feita integralmente com os músicos que acompanham o cantor em palco, aproximando a equipa de estúdio daquela que apresenta estas canções em concerto.
João Salcedo, no piano, Bernardo Couto, na guitarra portuguesa, João Moreira, no trompete, Francisco Brito, no contrabaixo, e José Conde, no clarinete baixo, gravaram o álbum com André Santos, na guitarra. É também através destes instrumentos que se constrói a apresentação de António Zambujo ao vivo nesta digressão.
António Zambujo ao vivo entre os Coliseus e os encontros com amigos
Em paralelo, o calendário reserva um reencontro com Miguel Araújo nos Coliseus do Porto e de Lisboa. Estão anunciados dez espetáculos conjuntos para janeiro e fevereiro de 2027, prolongando uma colaboração que volta a ocupar estas duas salas.
O ciclo de António Zambujo ao vivo inclui ainda os três concertos de apresentação de “Oração ao Tempo” realizados nos Coliseus em abril. Somados aos dez espetáculos com Miguel Araújo, serão treze atuações nestas salas, distribuídas pelos dois projetos.
Outra proposta reuniu o cantor, Miguel Araújo e César Mourão no Cinema São Jorge, em Lisboa, a 29 de outubro. “Mais À Larga” nasceu de umas férias dos três amigos no Algarve, entre conversas e canções partilhadas, e foi anunciado como um espetáculo sem guião nem alinhamento definido.
Neste formato, a relação entre os três serve de ponto de partida para cruzar música, humor e improvisação. A proposta dá espaço à conversa e ao que surge no momento, com uma dinâmica própria dentro da atividade do músico.
António Zambujo ao vivo em Portugal e na Europa até abril
A agenda de António Zambujo ao vivo prossegue em Vila Real, a 20 de novembro, e em Santa Maria da Feira, a 28 de novembro. Dezembro começa em Faro, no dia 1, com duas sessões, seguindo-se Santarém, a 4, Viana do Castelo, a 5, Coimbra, a 11 e 12, e Alcobaça, a 19.
Em 2027, a digressão passa por Vigo, a 16 de janeiro, pelo Theatro Circo, em Braga, a 23 de janeiro, por Londres, a 18 de fevereiro, e pelo Teatro Aveirense, em Aveiro, a 27 de fevereiro.
As novas datas de António Zambujo ao vivo ficam marcadas para o Victoria Hall, em Genebra, a 8 de março, o Casino 2000, em Mondorf-les-Bains, a 17 de abril, e o Le Trianon, em Paris, a 18 de abril. O calendário internacional permanece em aberto, com outras apresentações por anunciar.




















