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MYTHIC SANA, o hotel de Lisboa que revela ‘The privilege of stillness num novo filme promocional

MYTHIC SANA revela «The privilege of stillness» num filme promocional rodado em Lisboa, onde o tempo e o serviço personalizado conduzem a história

Joaquim de Almeida e uma mulher sentados à mesa numa cena do filme promocional do MYTHIC SANA
Joaquim de Almeida surge acompanhado por uma mulher numa cena do filme promocional do MYTHIC SANA - ®DR

No novo filme promocional do MYTHIC SANA, ‘The privilege of stillness’ um hóspede escreve um postal em Lisboa. A história acompanha esse momento, mas guarda uma informação para o fim: quem é a pessoa que o está a escrever?

A resposta demora cerca de um minuto e vinte segundos a chegar. Entretanto, os detalhes da estadia são tratados sem interromper o hóspede. Ele pode continuar a escrever, fazer uma pausa e dedicar a atenção ao momento, enquanto alguém cuida do que acontece à sua volta.

É assim que o MYTHIC SANA introduz a pergunta que conduz o filme: o que significa o luxo quando se tem liberdade para escolher como passar o tempo? A produção procura responder através da relação entre o hóspede e o serviço que o acompanha.

O que mostra o filme promocional do MYTHIC SANA?

O postal dá direção à narrativa. Enquanto é escrito, a identidade do hóspede permanece por revelar e a atenção fica na experiência que está a viver. O nome só surgirá quando terminar de escrever e assinar.

À sua volta, o Golden Sleeves Butler assegura que as necessidades são atendidas no momento certo. No filme do MYTHIC SANA, o serviço é apresentado através da atenção prestada ao hóspede e da discrição com que o mordomo desempenha o seu papel.

Segundo a marca, os Golden Sleeves Butlers são profissionais especializados, com formação em etiqueta e protocolo. O hotel refere ainda que são os primeiros profissionais com esta designação certificados pelo Turismo de Portugal. São eles que representam a proposta de serviço personalizado em torno da qual a história se desenvolve.

O MYTHIC SANA escolhe mostrar esse trabalho sem interromper a narrativa para enumerar serviços. Enquanto o mordomo trata dos detalhes, o hóspede dispõe do seu tempo. O postal continua a ser escrito e a pergunta sobre o significado do luxo começa a encontrar uma resposta nesse gesto.

Lisboa acompanha a história do MYTHIC SANA

Rodado em Lisboa, o filme recorre a referências visuais e culturais associadas à cidade. A capital portuguesa situa a história e assinala a origem do conceito do MYTHIC SANA, pensado para chegar também a públicos fora do país.

Está prevista a apresentação da produção em mercados dos Estados Unidos da América, da América Latina, de África e da Europa. A divulgação internacional acompanha a intenção da marca de dar a conhecer a sua visão de hospitalidade e serviço personalizado.

Apesar desse percurso planeado, a história mantém-se próxima do hóspede. Lisboa oferece o cenário, o mordomo ocupa-se do serviço e o postal avança sem pressa. É nesta combinação que o MYTHIC SANA encontra uma forma de comunicar a sua proposta sem se afastar da experiência de quem está hospedado.

A expressão ‘The privilege of stillness‘, que encerra o filme, dá nome à ideia construída ao longo da narrativa. Refere-se ao privilégio de poder parar e permanecer num momento sem ter de antecipar a próxima necessidade. Falta, porém, conhecer a pessoa a quem o filme concedeu esse tempo.

Quem protagoniza o filme do MYTHIC SANA?

A revelação chega com a assinatura: Joaquim de Almeida. A câmara abre o plano e mostra o ator acompanhado pela mulher. Só nessa altura se descobre quem escreveu o postal e viveu a estadia que acompanhámos desde o início.

A escolha de Joaquim de Almeida estabelece uma ligação com o alcance internacional pretendido para a produção. O ator construiu uma carreira entre Portugal e o estrangeiro; o MYTHIC SANA parte de Lisboa com um filme que prevê apresentar em vários continentes.

No final, é a assinatura que surpreende. Mas é o tempo gasto a escrevê-la que dá sentido à história: durante aqueles instantes, os detalhes ficaram nas mãos de outra pessoa e o hóspede pôde concentrar-se apenas no que queria fazer.